A dor não é apenas desejada pelos masoquistas, mas bem aceita pelo coração enamorado.
A Ciderela nem sempre esquece seu sapato deixando assim uma restia de esperança e romantismo para sonharmos. Ficamos normalmente com o cheiro na memória, o sabor nos lábios e com as marcas na pele.
Assim como o pé delicado da Cinderela foi ansiado pelo cavalheiro apaixonado, assim minhas costas procuram suas unhas, meu pescoço os seus lábios e meu ouvido a sua voz. Singela confirmação de uma fábula de amor.
Reapareça, bela Ciderela, e expresse toda a compatibilidade dos nossos corpos. Dê-me sua mão e eu te mostrarei o meu caminho. Dê-me o seu coração e te provarei a infabilidade do destino.
Gotas de sangue,cristais de vida aglutinados em palavras,resquícios de minha existência para a posteridade.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
AS MARCAS DA CINDERELA
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Muito bom Michel!
ResponderExcluirSabes que és uma fonte de inspiração para mim, ver suas escritas e de outros amigos foi algo que me inspirou e ainda inspira a continuar em minhas escritas.
Escrever com esta sinceridade e sensibilidade que tens nas palavras é coisa para poucos. Genial!
Abraços!